Operação Midas: ex-assessor de Marcus Alexandre e mais 18 são presos por irregularidades na Emurb

marinheiro-marcusO Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Acre (MP-AC) cumpriu, na manhã desta sexta-feira (1º), 19 mandados judiciais, durante a 2ª fase da Operação Midas, que investiga irregularidades na Empresa Municipal de Urbanização de Rio Branco (Emurb). Pelo menos 18 pessoas foram presas, das quais nove eram funcionários do órgão e as demais eram empresários que mantinham contrato com a Emurb.

Entre os presos, segundo a Polícia Civil, está o ex-diretor-presidente da Emurb, Jackson Marinheiro. O G1 entrou em contato com o advogado de Marinheiro, mas até a publicação desta reortagem, não conseguiu contato.

Uma coletiva na manhã desta sexta explica detalhes da Operação. Dos nove presos da Emurb, três ainda trabalhavam no local e recebiam salários normalmente. Toda a investigação é focada na gestão do órgão, ou seja, as pessoas ocupavam cargos de chefia.

Ao G1, a Prefeitura Municipal de Rio Branco informou, por meio da assessoria, que vai se posicionar e emitir uma nota após saber mais detalhes sobre a operação.

O MP informou que os mandados que estão sendo cumpridos são de prisão preventiva e temporária, e dois de busca e apreensão. Os alvos são servidores públicos e empresários. Estão envolvidos na ação delegados e agentes da Polícia Civil, além do apoio do Tribunal de Contas do Estado (TCE) que ajudou nas investigações.

Os mandados foram expedidos pela 4ª Vara Criminal da Comarca de Rio Branco, que julgou procedente os pedidos do MP-AC. A primeira fase da Operação Midas ocorreu em setembro de 2016, quando foram cumpridos oito mandados de busca e apreensão e três inspeções reaizadas.

Sobre a operação

A operação denominada “Midas”, segundo o MP, tem como objetivo colher provas para apurar supostas irregularidades relacionadas à gestão da empresa estatal.

As informações são do G1 AC.