Delegado investiga três indígenas e um comerciante por estupro

Nos dois casos as vítimas têm 14 anos. No caso do comerciante, a adolescente sofre de problemas mentais.

 

Os inquéritos em andamento na Delegacia Especializada de Proteção à Mulher de Cruzeiro do Sul são conduzidos pelo delegado titular, Odilon Neto (foto). Segundo ele, no caso em que o suspeito é um comerciante as investigações estão bem adiantadas.

 

O nome do investigado não está sendo divulgado para não atrapalhar o trabalho da polícia. A vítima é uma adolescente de 14 anos, moradora no Bairro da Cohab. Ela é estudante de uma instituição que atende crianças especiais e teria recebido promessas e até dinheiro do suspeito. Os exames de conjunção carnal comprovaram que a menina foi mesmo estuprada.

 

De acordo com o delegado, a garota recebia atendimento no Centro de Atendimento Psicosocial (CAPS), onde fazia tratamento de problemas psiquiátricos. “Por isso ele pode responder por estupro de vulnerável, uma pena maior do que o estupro normal”.

 

No outro caso onde os suspeitos são três indígenas da Etnia Katukina, existe uma maior dificuldade no trabalho da polícia, segundo o delegado. Principalmente pela questão do reconhecimento, já que os índios têm fisionomias parecidas e com sobrenomes iguais. A vítima disse em depoimento que aceitou uma carona de motocicleta com um dos indígenas, no caminho, os três suspeitos, dois deles em outra moto, a espancaram e praticaram relações sexuais com ela. De acordo com a polícia, a garota era virgem.

 

Apesar da dificuldade, as investigações estão avançando. A polícia já tem os nomes dos suspeitos e o caso terá um desfecho nos próximos dias.

 

Fonte: Juruá Online

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